Começar a divulgar seu escritório é um passo importante (e necessário).
Só que nesse caminho, muitos advogados bem-intencionados acabam tropeçando em erros que não só atrasam os resultados, mas também colocam sua imagem em risco.

Alguns erros vêm da ansiedade por captar mais rápido. Outros, da falta de estratégia. E alguns, simplesmente por desconhecimento das regras do jogo.
Neste artigo, vamos te mostrar os 5 erros mais comuns cometidos por advogados ao começarem no marketing jurídico — e o que fazer para evitar cada um deles.
1. Querer ser genérico para não perder cliente
Esse é o clássico: o advogado que se apresenta como “especialista em Direito Civil, Trabalhista, Penal, Previdenciário, Família, Empresarial, Tributário e Ambiental”.
Além de parecer desesperado, isso não posiciona — confunde. E quem quer ser tudo, não é nada.
O que fazer no lugar:
Escolha uma área para se destacar. Nichar não significa excluir outras possibilidades, mas sim ter foco na comunicação. É assim que você vira referência e começa a atrair clientes com mais facilidade.
2. Usar linguagem difícil achando que transmite autoridade
A tentação é grande: escrever post com “requisitos objetivos previstos no art. 201, §1º da CF/88”, usar termos técnicos em toda legenda e parecer um mini Vade Mecum ambulante.
Só que o público que você quer atingir não entende essa linguagem — e vai embora.
O que fazer no lugar:
Fale como gente. Traduza o direito. Use exemplos práticos. Mostre que você entende o problema do jeito que o cliente sente, não do jeito que o código escreve.
3. Esperar resultado rápido com pouco esforço
Divulgação não é mágica. É processo. Tem advogado que faz 3 posts, impulsiona um carrossel por 5 dias, não gera cliente e conclui: “isso não funciona”.
Não funciona assim.
O que fazer no lugar:
Tenha consistência. Marketing jurídico é um jogo de construção de autoridade. Você não planta hoje e colhe amanhã. Mas colhe — se continuar plantando do jeito certo.
4. Delegar o marketing sem entender nada dele
“Contratei uma agência, mas eles não fazem ideia do que eu vendo.”
Esse erro é mais comum do que parece. Muitos escritórios terceirizam o marketing antes de saber o mínimo sobre o assunto — e acabam reféns de campanhas genéricas e sem alma.
O que fazer no lugar:
Mesmo que vá contratar uma equipe, entenda o mínimo sobre tráfego, conteúdo e posicionamento. Assim, você sabe cobrar, ajustar e manter a estratégia alinhada com a realidade do seu público.
5. Esquecer que marketing jurídico tem regras específicas
Postagens com prints de valores recebidos, vídeos prometendo “aposente-se rápido” ou anúncios dizendo “garantimos sua causa” são claras infrações ao Código de Ética da OAB — e podem gerar problemas sérios.
O que fazer no lugar:
Divulgue com responsabilidade. O marketing jurídico é totalmente permitido, desde que feito com sobriedade e informação. Você pode atrair muitos clientes sem precisar prometer o que não pode entregar.
Começar certo evita muito retrabalho depois
Quem erra na base, precisa consertar tudo depois.
Ao invés de se frustrar com o marketing, aprenda a jogar com as regras certas. Com o posicionamento certo, a linguagem certa e uma estrutura mínima bem feita, divulgar o escritório deixa de ser um peso e vira um motor de crescimento.
A Virtú pode te ajudar a começar da forma certa
Se você quer estruturar seu posicionamento, criar tráfego com inteligência e conteúdo com estratégia — sem ferir nenhuma regra da OAB, fale com quem entende de marketing jurídico de verdade.
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